Troca de Conhecimentos

dezembro 24, 2009

QUEM SOU EU

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 11:22 pm

Sou Ângela Ferreira Borges, tenho 24 anos, moro com minha família em Patis. Formada no curso de Letras/Português – Inglês pela FCJP, leciono língua inglesa e literatura infanto-juvenil nas Escolas Municipais (Joana Ferreira de Barros/Francisco Soares), no Ensino Fundamental; língua portuguesa e inglesa na Escola Estadual Francisco Andrade em Patis – MG. Há três anos trabalho nessa área, na cotidianidade cresci como professora, nos debates enfim com o Gestar II. Acredito que as experiências tenham um significado todo especial na pratica docente e concordo com a análise de Kenski (1996, p.04) : “(…)  os professores criam formas personalizadas de atuar em sala de aula, não apenas baseadas no conhecimento do conteúdo da disciplina e da metodologia de ensino especifica mas também de acordo com as vivencias que tiveram…”.

Sei que todas as transformações ocorridas em minha vida também acompanhadas de duvidas, incertezas e, às vezes medo. Nesse contexto e em meio a vários sentimentos sei que corro atrás dos meus objetivos em vez de os dias passar.

TROCAS DE CONHECIMENTOS

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 11:17 pm

Troca de conhecimento é o processo de convivência humana que amplia o nosso conhecimento no sentido de compreender a pluralidade de idéias, conceitos e tipos de função de variantes lingüísticas e cultura, além disso, é necessário o aprofundamento nas questões relativas aos processos perceptivos, mentais, afetivos, sendo que estas questões torna mais amplo o conhecimento de cada ser humano referente a educação, docência, cognição e apredizagem.

A interação possibilita a trocar experiências e ganhar conhecimento. “Deve haver abertura para o diálogo, aceitação de pontos de vista diferentes capacidade de negociação e mudança do olhar” (MEC).

MEMORIAL PROFISSIONAL

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 11:16 pm

“ A vida é o lugar da educação e a história de vida o terreno no qual se contrói a formação”. (Antônio Nóvoa)

Um desafio lançado, reviver e escrever os caminhos de minha vida profissional.

Eu Ângela Ferreira Borges comecei a minha vida profissional no ano de 2006 como professora de Língua Portuguesa e Redação do 6º ano, Ensino Médio na Escola Estadual Maria Machado em Mirabela.

Neste decorrente ano fui convidada pela secretaria municipal de educação Elza Violeta (in memória) para trabalhar nas escolas municipais Joana Ferreira de Barros e Francisco Soares na cidade de Patis onde estou até hoje lecionando as disciplinas de Inglês e Literatura do 6º ao 9º ano  e estou trabalhando na escola em que estudei, a Escola Estadual Francisco Andrade como professora de Língua Portuguesa e Inglês para alunos do Ensino Fundamental e Médio.

Hoje sou muito feliz, pois além do curso de letras estou tendo a oportunidade de crescer como professora do Gestar II: Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar, nos debates como os colegas, nas observações dos mais experientes. Aqui também se fizeram presentes em minha caminhada grandes mestres, professores da construção. Desse modo prossigo em caminhada como docente, mediante o diálogo com os colegas dos grupos de estudos e das leituras.

Essas experiências colaboraram para a construção de um novo olhar ampliado que reforça a necessidade constante de estudo, reflexão e formação.

MEMORIAL DA MINHA VIDA ESCOLAR

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 11:10 pm

Através desta escrita irei tentar relatar um pouco da minha vida escolar. Em 1991, quando completei seis anos de idade, estava muito feliz porque iria começar a minha caminhada escolar e sonhava em ir para a escola, aprender a ler e escrever.

Essa vontade de conhecer o novo, conhecer o mundo das letras me deixava ansiosa para começar a estudar. Iria iniciar o pré-escolar e sonhava com esse dia de entrar na escola.

Comecei a estudar na Escola Estadual Francisco Andrade em Patis. A minha primeira professora, jamais me esquecerei dela… Tia Elza Márcia, e é com grande saudade que recordo de minha primeira professora. Ela era sempre muito carinhosa, atenciosa, enfim uma professora comprometida em ensinar e acima de tudo valorizava e incentivava cada aluno a tecer seu próprio conhecimento.

Era uma escola de pouco espaço físico, apesar de tantas dificuldades era muito satisfatório estudar na mesma, onde tive grandes professores. Tudo isso valeu a pena e é com grande saudade que relembro agora.

Na minha trajetória escolar, tive algumas dificuldades, mas “buscava” novos conhecimentos, pois procurava efetuar sempre as atividades da melhor forma possível. Em dezembro de 2002 concluí o Ensino Médio, estava muito feliz.

No ano de 2005, sonhei mais alto e comecei a estudar na Faculdade Cidade de João Pinheiro o curso de letras Português/Inglês. A expectativa foi grande, muita curiosidade como  relato de nascimento fiquei “maravilhada, assustada, preocupada e emocionada…”

Confesso que fiquei um pouco surpresa com tantas novidades, por mais que procuro me inovar, nunca saberei de tudo. Em 2008 concluí meu curso e compreendi que o conhecimento é necessário e contínuo e sempre haverá problemas, mas se houver busca, haverá sempre uma solução.

MEMORIAL DE LEITURA

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 11:04 pm

Minha paixão pela leitura se iniciou logo que me ingressei no pré-escolar, como eu ansiava por conhecer as letras, mas antes de saber ler a minha irmã mais velha era obrigada a ler para mim, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela entre outros.

O tempo foi passando, através do curso de letras as minhas leituras foram se intensificando cada vez mais, percebo o tamanho das maravilhas que a leitura faz presente em minha vida, procuro incentivar sempre os discentes a aprofundar suas leituras.

A leitura para mim é um tesouro que nada e ninguém mim priva da mesma. Como é bom conhecer as coisas através da leitura, isso contribui imensamente para despertar a grande leitora que sou hoje.

GESTAR EM MONTES CLAROS

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 11:02 pm

Memorial do curso do Gestar II em Montes Claros- 1º Encontro

“Lembrar não é reviver, mas refazer, reconstruir, repensar, com imagens e idéias de hoje, as experiências e passado.” Ecléa Bosi

A capacitação do Gestar II em Montes Claros nos dias 23 a 27 de março proporcionou-me buscar e aprofundar entendimentos básicos para ser um educador, partindo do diálogo dos diversos componentes do ato pedagógico como processo de ensino, sem perder o referencial como o tempo e espaço em que vivemos e atuamos.

No decorrer desses dias percebi a necessidade de um elo entre a cultura escolar, da escola e da família, isto é, de ajudar os discentes a aprender a cultura escolar e da escola mantendo simultaneamente a sua identidade cultural. Trabalhar levando em consideração a cultura escolar, a da escola e o contexto do discente é o sucesso do ensino e da aprendizagem escolar de qualquer estudante.

Considerando essa realidade é preciso reavaliar nossas prioridades individuais para o ensino-aprendizagem, investir em trocas mais coletivas de informações e de trocas de trabalho, retomar nosso compromisso com as diferenças individuais, sociais e culturais, tendo em coletivas de informação e de trocas de trabalho, retomar nosso compromisso com as diferenças individuais, sociais e culturais, tendo em vista o desejo de emancipação dos alunos.

A capacitação me proporcionou grandes avanços, enriquecendo minha ação docente, proporcionou novas formas de observar, analisar e dinamizar as atividades docentes apontando para atividades pedagógicas inovadoras e diversificadas para um melhor desempenho da minha ação docente.

2° encontro do Gestar II- Programa Gestão da Aprendizagem Escolar em Montes Claros.

Aos vinte e quatro dias do mês de agosto de dois mil e nove, no prédio da FAFIL em Montes Claros, houve o 2°encontro do programa gestão da aprendizagem escolar, no qual, teve a duração de uma semana com a professora Guiana da UNB, juntamente com os coordenadores do Gestar e os formadores de língua portuguesa.

Esse encontro objetivou o inicio a um  processo de mudança na estrutura  do ensino e na atividade do professor,favorecendo um clima prazeroso de aprendizagem,de troca de experiência,de ajuda mútua e de auto-realização para todos os presentes neste encontro.

E nesse ambiente propicio, foi possível perceber através de dinâmicas reflexivas, o quanto podemos modificar nossa pratica pedagógica, no que diz respeito às questões teórico-metodológicas.

O nosso papel foi, de levarmos ao cursistas o que aprendemos durante todo o encontro, pois os mesmos ,assim como nós, buscamos a melhoria da qualidade do ensino e uma capacitação intensiva dos professores, como propõe o gestar II, com suas oficinas, atividades e matérias enriquecedores.

A tutora teve uma participação imprescindível, sanou nossas duvidas, nos deixando livres para expor nossos anseios e dificuldades, ao mesmo tempo, dando suporte para melhor compreensão dos termos abordados durante todo o encontro.

As matérias oferecidas, as TPs,são valiosíssimas,com uma metodologia acessível de fácil compreensão,suas atividades são bastante dinâmicas,o que deixam as aulas prazerosas para os nossos discentes.

Entre outras coisas, partilhamos varias experiências positivas, como o sucesso de outros educadores, depoimento emocionantes, trabalhos satisfatório que estão fazendo a diferença nas escolas em que trabalham a partir da adesão desses professores no Gestar.

Enfim, esse encontro proporcionou-me buscar e aprofundar entendimentos básicos para ser um educador, formador, partindo do diálogo dos diversos componentes do ato pedagógico como processo de ensino, sem perder o referencial como o tempo e o espaço em que vivemos e atuamos.

“A educação consiste no ato ou efeito de educar, processo de desenvolvimento da capacidade física,intelectual e moral do ser humano”.

(MINIDICIONARIO AURELIO, 1988, P.185).

PROJETO PEDAGÓGICO: LEITURA E LITERATURA NA ESCOLA

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 10:56 pm

Escola Municipal Joana Ferreira de Barros- Patis/MG

Projeto pedagógico: Leitura e Literatura na Escola

Tema: Leitura e Escrita

Público Alvo: Alunos dos anos finais do Ensino Fundamental

Cronograma: 5 semanas

Área do conhecimento: Língua Potuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia

Professores autores: Gilvani, Silvana, Rosemary.

Justificativa

Conclusões tiradas a partir das avaliações sistêmicas na escola, sobre a leitura escrita e interpretação de consenso, investe em praticas pedagógicas que visam despertar o gosto pela leitura e adoção de novos pontos de vista e novas posturas pelo universo literário.

Objetivo Geral

Possibilitar aos estudantes situações de aprendizagem que possam desenvolver a linguagem oral, escrita e interpretação de situações problema.

Objetivos Específicos

  • Identificar diferenças entre modalidade oral e escrita da língua;
  • Apreciar o estilo de diferentes escritores;
  • Editar e revisar textos;
  • Conhecer alguns autores literários;
  • Construir gráficos referentes ao tema trabalhado;
  • Conhecer diferentes paisagens retratadas nas obras literárias;
  • Pesquisar cronologia dos autores estudados;
  • Reconhecer a importância das ciências naturais no universo literário;

Metodologia

Cada ano trabalhará um autor

  • 6º ano – Vinícius de Morais, Cecília Meirelles;
  • 7º ano – Silvia Orthof, Carlos Drummond de Andrade;
  • 8º ano – João Guimarães Rosa, Graciliano Ramos;
  • 9º ano- Machado de Assis, José de Alencar;

Abertura do projeto com reuniões dos professores, distribuição das principais obras, pesquisas sobre autores, roda de leitura, trabalho de equipe envolvendo obras literárias trabalhadas, leituras individuais, discussões dos autores estudados, debates, confecção de cartazes, exibição de filmes referentes as obras, confecção de mascaras, desenhos, jogos, entrevistas, linha de tempo, trabalho de campo, visita a biblioteca, exploração de biografia, cronologia, principais obras, analises de textos, apresentação de dramatizações, teatros, paródias, coreografias, exposição de livros literários.

Recursos Didáticos

Livros Literários, papéis diversos, tintas, lápis de cor, jornais, revistas, pincel, textos informativos, internet.

Avaliação:

O trabalho será avaliado continuamente, ou seja de forma processual e direcionado de acordo com o ritmo do aluno, levando em consideração os seguintes aspectos: assiduidade, pontualidade, iniciativa, interesse, participação nas discussões e critica das leituras realizadas, envolvimento nas atividades de classe e extra classe, tendo como instrumento de avaliação: exposição dos trabalhos, culminância precedida de apresentações teatrais.

Culminância: Feira Literária.

Apresentação feita pelos alunos de acordo com a obra estudada Iracema de José de Alencar

Apresentação feita pelos alunos de acordo com a obra estudada de Silvia Orthof

SUGESTÕES DE LEITURA

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 10:44 pm
  • O crime do padre Amaro- Eça de Queirós
  • Iracema- José de Alencar
  • O cortiço- Aluísuio de Azevedo
  • O ateneu- Raul Pompéia
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas- Machado de Assis
  • Dom Casmurro- Machado de Assis
  • Os sertões- Euclides da Cunha
  • Macunaíma- Mário de Andrade
  • Vidas Secas- Graciliano Ramos
  • A rosa do povo- Carlos Drummond Andrade
  • Sagarana- Guimarães Rosa
  • Morte e Vida Severina- João Cabral de Melo Neto
  • A Hora da Estrela- Clarice Lispector
  • Últimos Cantos- Gonçalves Dias

CRONOGRAMA DAS OFICINAS DE PORTUGUÊS

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 10:38 pm
Data Atividade Carga horária
24-04-2009 1° oficina inaugural 4:00 horas
27-04-2009 2° oficina encontro de formadores, coodenador e cursistas. 4:00 horas
07-/05/2009 Oficina 5TP3 unidade 12 4:00 horas
21-05-2009 Oficina 6TP3 unidade 12 4:00 horas
04-06-2009 Oficina 7TP4 unidade 14 4:00 horas
18-06-2009 Oficina 8TP4 unidade 16 4:00 horas
09-07-2009 Oficina 9TP5 unidade 18 4:00 horas
06-08-2009 Oficina 10TP5 unidade 20 4:00 horas
20-08-2009 Oficina 1TP1 unidade 2 4:00 horas
04-09-2009 Oficina 2TP1 unidade 4 4:00 horas
08-09-2009 Encontro para discutir as atividades encontradas na aplicação do Gestar II 4:00 horas
24-09-2009 Oficina 3TP2 unidade 6 4:00 horas
08-10-2009 Oficina 4TP2 unidade 8 4:00 horas
05-11-2009 Oficina de leitura 4:00 horas
09-11-2009 Oficina pedagógica 4:00 horas
19-11-2009 Oficina de avaliação 4:00 horas
26-11-2009 Oficina 11TP6 unidade 22 4:00 horas
04-12-2009 Oficina 12 TP6 unidade 24 4:00 horas
08-12-2009 1°oficina de encerramento 4:00 horas
09-12-2009 2°oficina de encerramento 4:00 horas
20 oficinas 80 horas

GESTAR II- PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR LÍNGUA PORTUGUESA

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 10:35 pm

Relatório oficina 1 unidade 2 TP1

Aos vinte de agosto reunimos para realização da oficina 01 unidade 02 do TP1 na Escola Municipal Joana Ferreira de Barros, tendo como eixo as variantes lingüísticas.

A professora formadora Rosemary juntamente com suas cursistas fizeram a leitura e comentários do poema Sete Faces de Carlos Drummond de Andrade e entre outras, os professores cursista responderam todas as atividades propostas com coerência.

Analisando esta oficina como coordenadora percebo que todas as variedades lingüísticas são adequadas, desde que cumpram com eficiência o papel fundamental de uma língua o de permitir a interação verbal entre as pessoas. Apesar disso uma dessas variedades, a norma culta ou norma padrão possui maior prestigio social. Portanto o ensino da língua culta não tem a finalidade de condenar ou eliminar a língua que falamos em nossas famílias ou em nossa comunidade. Saber usar bem uma língua equivale a saber empregá-la de modo adequado às mais diferentes situações sociais que participamos.

Relatório oficina 2 unidade 4 do TP1

No dia quatro de setembro reunimos para a realização da oficina 2 unidade 4 do TP1 na Escola Municipal Joana Ferreira.

A professora formadora juntamente com suas cursistas fizeram a leitura das unidades e o ampliando nossos referenciais. Todos abordaram sobre as unidades, fizeram relatos do avançando na prática, a formadora ficou emocionada ao presenciar os depoimentos onde os cursistas abordam o desenvolvimento dos educandos.

A formadora convidou os cursistas a elaborarem uma atividade de leitura e produção de texto relacionado como o assunto da unidade.

Pude compreender sobre os aspectos metodológicos necessários a ação docente, formação dos cursistas e formador neste sentido fiquei muito satisfeita, pois a formadora é muito dinâmica e criativa da preparação aos cursistas com muita segurança e transparência.

Relatório oficina 3 unidade 6 Tp2

Reunimos no dia 24 do mês setembro na escola Joana Ferreira de Barros para realizamos a oficina 3 unidades 6 do Tp2, tendo como objetivo os sentidos da palavra gramática o conceito, a constituição da frase e do período.

No primeiro momento a formadora convidou as suas cursistas a comentar sobre as unidades 5 e 6 do Tp2, fizeram a leitura do ampliando nossas referencias onde juntos vivenciamos experiências uns com outros, também foi relatado por algumas cursitas que trabalham atividades do AAA- atividades de apoio a aprendizagem. Os cursitas elaborarão a produção de texto sugerida na oficina conscientizando os educadores a manter o pátio da escola sempre limpo.

Eu como coordenadora percebi que o trabalho foi muito proveitoso dos alunos gostaram, da oficina com um ponto negativo achei o tempo muito corrido um vez que poderíamos ter aprofundado mais, de modo geral os trabalhos Gestar prendem muita atenção dos professores cursitas e todos participam com interesse.

Esta oficina veio dos pontos de apoio para os professores, que preocupam em trabalhar com conteúdos significativos, que promovam a compreensão das idéias e não com  a reprodução de forma mecânica e destituída de significado para os educando. Relatório oficina 4 unidade 8  do Tp2.

No dia 8 de outubro reunimos na escola municipal Joana Ferreira de Barros  para realizarmos a oficina 4 unidade 8 do Tp2, compartilhando enriquecimentos de idéias uns com outros de acordo com os conteúdos estudados na unidades 8 e 7.

O tema arte nos demonstra que quando se fala em arte não e somente manipular papais e tintas pois através de letras de musica, leituras de imagens. A arte na escola e verdadeiramente um processo paz. Ninguém da conta de com viver sozinho com a arte, pois devemos mostra – lá para os estudantes, pois vivemos numa estrutura que alfabetiza mais cedo: e aquele que rouba a infância da criança uma vez que alfabetizar e conter.

Percebo que a arte permite quando e de boa qualidade- que o discente se apropriou seu significado segundo a sua perspectiva de ser cultural, isto e: interpretante. Uma possibilidade de construir um modo de olhar que requisite dos alunos um esforço interpretativo, ou seja, a construção de seu olhar, de visão de mundo.

Relatório da oficina 4 Unidade 8 do TP2

No dia oito de Outubro reunimos na Escola Municipal Joana Ferreira de Barros para realizarmos a oficina, compartilhando enriquecimento de idéias uns com os outros de acordo com os conteúdos estudados nas unidades 7 e 8.

O tema arte nos demonstra que quando fala-se em arte não é somente manipular papéis e tintas pois através de letras de músicas,  leituras, imagens. A arte na escola é verdadeiramente um processo de paz. Ninguém da conta de conviver sozinho com a arte pois devemos mostra-la para os estudantes, pois vivemos em uma estrutura que o bom docente é aquele que alfabetiza mais cedo: é aquele que rouba a infância da criança uma vez que alfabetizar é conter.

Percebo que a arte permite – quando é de boa qualidade- que o discente se aproprie seu significado segundo a sua perspectiva de ser cultural, isto é: interpretante. Uma possibilidade de construir um modo de olhar que requisite dos discente um esforço interpretativo ou seja, a construção do seu olhar, sua visão de mundo.

Relatório da oficina 5 unidades 10 do TP3

No dia 07/05, eu Ângela, coordenadora de língua portuguesa do Gestar 11, juntamente com a formadora Rosemary e professores cursistas: Silvana, Taciana, e Vera Lucia, reunimos ás 8:00 horas na escola municipal Joana Ferreira de Barros para a realização da oficina 5 unidades 10 do Tp3  com carga horária de 4:00 horas.

Durante a oficina, desempenhei bem o meu papel com coordenadora. No sentido de observar o trabalho dos demais, formadoras e cursistas, alem de emitir opiniões, digestões e reflexões sobre os temas propostas nesta oficina.

A formadora Rosemary iniciou a oficina com reflexões “caminheiro, não existe caminho, o caminho se faz caminhar.” Na seqüência, houve partilha de experiência das reflexões com papel do professor enquanto educador. Os cursitas destacaram um ponto importante, sobre a importância dos Gestar 11 na melhoria de nossas praticas pedagógicas. Eu intervir comentado que o professor tem um papel importante na sociedade, devindo sempre buscar a aprimorar seus conhecimentos e que o Gestar um desses caminhos. Cada um de nos constrói o conhecimento à medida que trabalha. (DAMASCENO citado por MARAGON 2001: 23)

Foi feita uma reflexão sobre as duas primeiras unidades da Tp3, enfatizando sobre gêneros textuais: do intuitivo ao sistematizado, trabalhar em sala de aula os temas abordados, os quais o aluno deve conhecer tais gêneros e sua função na sociedade. Houve ainda, a discussão sobre o avançamento na pratica pagina 25 da TP trabalhando, na sala de aula. Cada um relatou a experiência e o resultado obtido com seus alunos, onde pude perceber o quão valiosos Foi alunos participaram e descobriram novas informações que antes não conheciam. Por exemplo: em um gênero textual como biografia, eles coletaram informação como: data de nascimento, localização geografia, aspectos sociais e econômicos, a biografia trabalhada foi a de Carlos Drummond de Andrade.

Sobre a propostas de atividade da oficina 5 do Tp3 pagina 191, os professores formaram um equipe para elaborar um atividade para trabalhar com seus alunos na próxima semana, na qual foi a atividade de elaborar um receita de boa convivência destinada ao ambiente escolar, na qual Foi muito bem elaborada e apresentada pela a equipe.

Ao final da apresentação da atividade, todo o grupo avaliou a oficina, destacando sua importância e dando sugestões necessárias para que as próximas sejam mais enriquecedoras e proveitosas.

Todo o trabalho acerca dos gêneros textuais foi de grande valia, pois possibilitou aos professores inovar a pratica pedagógica, levando seus alunos a entender, buscar e descobrir informações antes desconhecidas.

Relatório da oficina 6 unidade 12 do Tp3

No dia 21/05, Ângela, coodernadora de língua portuguesa do gestar 11, reuni na escola Joana Ferreira de Barros com a formadora Rosemary e professores cursitas: Silvana, Taciana, e Vera Lucia, para a realização da oficina 6, do Tp3, unidade 12 com duração de 4:00 horas.

Como coordenadora do Gestar 11 de língua portuguesa pude perceber o empenho dos demais: formadora e cursitas na participação ativa e responsável por todos os trabalhos realizados nesta oficina.

Iniciou-se com uma reflexão das duas ultimas unidades do Tp3, enfatizando as diferenças entres gêneros textuais e tipos textuais e a forma de trabalhar-los em conjunto na sala de aula os temas propostas. Os professores elaboraram em grupo atividades relacionada às unidades finais do Tp3. Em seguida foi realizada discussão, reflexões e sugestões acerca dos relatórios elaborados pelos cursitas sobre os dois avançando na pratica da Tp3. Cada um após a leitura de seus relatórios expôs seus resultados obtidos, tanto positivos quanto negativos durante o desenvolvimento do seu trabalho com seus discentes.

Com essa troca de experiência, foi possível perceber o quanto ainda e necessário inovar. Atividades do avançamento na pratica pedagógica possibilitam e facilitam ver essa realidade.

De acordo com seus professores, alguns alunos demonstram dificuldades em reconhecer o tipo de texto para a atividade propostas, ao mesmo tempo em que outros obtiveram facilidade e compreensão, o que e bastante normal entre os discentes.

Para a realização desta oficina, foi feita uma leitura em conjunto dos itens abordados. O trabalho foi desenvolvido da seguinte maneira: o grupo analisou o texto “o salário mínimo” de Jô soares, chegando à conclusão que e uma crônica mostrando argumentos que os fizeram chegar a tal conclusão.

Na seqüência o mesmo texto foi analisando como exercício de redação escolar apresentando também argumentos.  Por outro ângulo enunciar o que não o classificaria com uma redação escolar.

Após estas análises, concluímos que apesar das dificuldades encontradas, as atividades propostas do avançado na pratica e a oficina, possibilitam e facilitam ao educador em trabalhar tipos textuais e inter-relação entre gêneros. E o retorno disso tudo e para o decente, que deve receber uma formação de qualidade. Portanto que o professor, realize um bom trabalho, e necessário que ele amplie seus conhecimentos. Segundo fazenda (2005), ”dialogo, comprometimento participação dos professores na construção de um projeto comum voltado para o ensino e o processo pedagógico visto com significado”. (apostila do 3° período de pedagogia FAEL, pagina 360.

Relatório oficina 7 unidade 14 do TP4

Aos quatro dias do mês de Junho reunimos na Escola Municipal Joana Ferreira de Barros para realizarmos a oficina 7 unidade 14 do TP4 , tendo como eixos os objetivos da escrita e as dificuldades em lidar com esse processo na sala de aula. Inicialmente a professora coordenadora Rosemary Ferreira de Souza Silva fez o comentário sobre o filme “ Narradores de Javé” o qual eu coordenadora, formadora e custistas assistimos. Todos se comoveram com o filme, pois a leitura e a escrita são práticas sociais, ações humanas mediadas pela linguagem, que se realiza em diferentes espaços sociais e circunstancias, os quais possuem características especificas. Em seguida a professora formadora convidou os seus cursistas a relatar suas experiências com o avançando na pratica.

As atividades do avançando na pratica veio para enriquecer o trabalho veio para enriquecer o trabalho dos educadores pos estas tem como finalidade criar um espaço para que os possa utilizar a leitura e escrita. São possibilidades e as necessidades de aprendizagem que orientarão o tipo de reflexão a ser feita com os diferentes aspectos em cada momento do processo de aprendizagem dos educandos.

Em seguida participou da atividade proposta com o poema cidadezinha qualquer de Carlos Drummond de Andrade. Encerramos o encontro através da oficina “Leitura e Escrita”.

Relatório da oficina 8 unidade 165 – TP4

Reunimos dia dezoito de junho para realizarmos a oficina 8 unidade 16, do TP4, tendo como o objetivo desenvolver uma seqüência de aulas utilizando elementos do processo de produção textual.

A professora formadora organizou uma discussão sobre o conteúdo das unidades 15 e 16, verificando as duvidas dos professores cursistas em relação ao conteúdo e sanando-as dando suporte ao enriquecimento de idéias para melhorarem suas praticas pedagógicas.

Os cursistas apresentaram seis depoimentos ao trabalhar o avançando na prática, os mesmos comentaram quanto ao fracasso e sucesso dos educandos. Em seguida a formadora pediu aos mesmos que redigissem um pequeno texto de propaganda e planejaram uma aula de acordo com o tema para trabalhar com os educandos. Os cursistas fizeram avaliação da oficina e a formadora forneceu orientações para o próximo encontro.

A oficina demonstrou para mim enquanto coordenadora que a leitura e a escrita são praticas sociais e ações humanas mediadas pela linguagem, que se realizam em diferentes espaços sociais e circunstanciais, os quais possuem características especificas e que as atividades não devem ser trabalhadas apenas com os conhecimentos gramaticais, mas com os discursivos notacionais e pragmáticos também.

Relatório da oficina 9 Unidade 18 do TPs.

Aos nove dias do mês de julho, reunimos no prédio da Escola Municipal Joana Ferreira de Barros para realizarmos a oficina 9 do TP5.

Formador e cursistas questionaram sobre coerência textual e estilísticas, enfatizando a importância das mesmas no estudo da língua.

Portanto o educador deve incentivar a expansão produtiva do educando, levando a movimentar as variantes e as modalidades lingüísticas desencadeando processos de contextualização dos recursos da linguagem. As atividades pedagógicas devem ser incentivadas como grande investimento de recursos teóricos e praticados sobre um novo olhar renovado e muito mais comprometido com a produção textual em sala de aula. A oficina nos ofereceu uma aprendizagem indispensável é um olhar critico sobre os conteúdos estudados, nossa participação dava-se por meio de debates, leituras, discussão, construção que também se incorporaram em mim enquanto coordenadora de forma bastante significativa.

Relatório da Oficina 10 unidade 20 TP5

Aos dias seis de agosto reunimos para realizarmos a oficina 10 da unidade 20 do TP5, fazendo a leitura do ampliando nossas referencias, argumentando os pontos mais relevantes do assunto tais como: coerência e coesão.

A coerência é o resultado da articulação de idéias de um texto. É a estruturação lógico-semântica que faz com que a interação verbal entre palavras e frases componham um todo significativo para os interlocutores.

Já coesão como próprio nome diz ( coeso significa ligado) é a propriedade que os elementos tem de estar interligados. De um fazer referência ao outro sentido de um depender da relação com o outro.

Aconteceu vários relatos de experiências do avançando na pratica por parte da formadora, coordenadora e cursistas. Os mesmos apontaram as atividades mais uma vez enriquecedoras em suas práticas pedagógicas.

Em seguida os educadores produziram um texto fazendo uso da linguagem multimodal, terminamos esta parte do encontro com a avaliação da oficina.

É neste momento que percebo como coordenadora do Gestar em meu município que é necessário que o educador compreenda e se enxergue como alguém que constrói e modifica a cada dia, tendo intenção ou não, seres humanos

Relatório da oficina 11 unidade 22 do TP6

Aos vinte e seis dias do mês de novembro 2009,eu,coordenadora do gestar em língua portuguesa reuniu na escola municipal Joana Ferreira de Barros com os demais professores,formador e cursistas para a realização da oficina 11,unidade 22,tp6,cuja reunião teve uma carga horária de 4:00horas,com o seguinte objetivo:identificar estratégias relacionadas ao planejamento e a revisão na escrita do textos.

Visto que nesta oficina,refletiu o avançando na pratica pedagógica,paginas 91,92 unidade 22,tp6 acerca da importância de planejar,se tratando da leitura e escrita de textos.podemos verificar que a atividade proposta e valiosa,usando a realidade social e cultural do aluno,uma vez que esta atividade propõe ao descente,relatar uma experiência marcante de sua vida,deixando-o livre para produzir mais e melhor.

Atividades assim,possibilitam reflexões da leitura e escrita pelos alunos,dando-os oportunidade de planejar,criar,escrever e revisar suas próprias criações.

Como coordenadora do gestar de língua portuguesa,me surpreendo a cada oficina realizada,percebo através dos relatos dos docentes,a satisfação em desenvolver as atividades com seus descentes e os resultados obtidos.

Vale ressaltar que a oficina possibilita ao professor incorporar novas metodologias a sua prática em sala de aula,despertando nos alunos  o gosto pelo estudo e conduzindo-os a uma aprendizagem realmente efetiva e significativa.

“Todas as atividades que se realizam no espaço escolar devem ter como referência,experiência significativas para os alunos em sua comunidade,estejam voltadas para um objetivo comum:atender ao aluno na sua busca de apropriação do conhecimento”.

(MILLET,2004,P.47)

Relatório: oficina 12 unidade 24 do Tp6

Aos quatros dias do mês de dezembro de 2009, reunimos para realizamos a oficina 12, unidade 24 do Tp6 que, na escola Joana ferreira de barros.

Primeiramente a professora formadora de língua portuguesa convidou as cursistas para discutir os assuntos referentes as unidades 23 e 24 do Tp6 que são: o processo de produção textual, revisão, edição Oe literatura para adolescentes.

Os professores curstas comentaram o avançando na pratica. De acordo com os relatos apresentados pelos os cursitas, alguns alunos demonstraram dificuldade na execução dos trabalhos propostos, ao mesmo tempo em que todos empenharam com entusiasmo e compromisso.

Portanto, se faz necessário, a troca de experiência a partir das oficinas, na qual, faz com que o educador se veja com agente transformador de sua pratica pedagógica, uma vez que a literatura e a escrita são fundamentais no processo escolar de qualquer individuo.

“… compreendemos que nosso problema não e apenas ensinar a ler e a escrever, mas também, e sobretudo, levar os indivíduos- criança e adultos a fazer uso da leitura e da escrita, envolver-se em praticas sociais de literatura e da escrita”(Soares 2003).

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