Troca de Conhecimentos

dezembro 24, 2009

GESTAR II- PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR LÍNGUA PORTUGUESA

Filed under: Uncategorized — angelaborges @ 10:35 pm

Relatório oficina 1 unidade 2 TP1

Aos vinte de agosto reunimos para realização da oficina 01 unidade 02 do TP1 na Escola Municipal Joana Ferreira de Barros, tendo como eixo as variantes lingüísticas.

A professora formadora Rosemary juntamente com suas cursistas fizeram a leitura e comentários do poema Sete Faces de Carlos Drummond de Andrade e entre outras, os professores cursista responderam todas as atividades propostas com coerência.

Analisando esta oficina como coordenadora percebo que todas as variedades lingüísticas são adequadas, desde que cumpram com eficiência o papel fundamental de uma língua o de permitir a interação verbal entre as pessoas. Apesar disso uma dessas variedades, a norma culta ou norma padrão possui maior prestigio social. Portanto o ensino da língua culta não tem a finalidade de condenar ou eliminar a língua que falamos em nossas famílias ou em nossa comunidade. Saber usar bem uma língua equivale a saber empregá-la de modo adequado às mais diferentes situações sociais que participamos.

Relatório oficina 2 unidade 4 do TP1

No dia quatro de setembro reunimos para a realização da oficina 2 unidade 4 do TP1 na Escola Municipal Joana Ferreira.

A professora formadora juntamente com suas cursistas fizeram a leitura das unidades e o ampliando nossos referenciais. Todos abordaram sobre as unidades, fizeram relatos do avançando na prática, a formadora ficou emocionada ao presenciar os depoimentos onde os cursistas abordam o desenvolvimento dos educandos.

A formadora convidou os cursistas a elaborarem uma atividade de leitura e produção de texto relacionado como o assunto da unidade.

Pude compreender sobre os aspectos metodológicos necessários a ação docente, formação dos cursistas e formador neste sentido fiquei muito satisfeita, pois a formadora é muito dinâmica e criativa da preparação aos cursistas com muita segurança e transparência.

Relatório oficina 3 unidade 6 Tp2

Reunimos no dia 24 do mês setembro na escola Joana Ferreira de Barros para realizamos a oficina 3 unidades 6 do Tp2, tendo como objetivo os sentidos da palavra gramática o conceito, a constituição da frase e do período.

No primeiro momento a formadora convidou as suas cursistas a comentar sobre as unidades 5 e 6 do Tp2, fizeram a leitura do ampliando nossas referencias onde juntos vivenciamos experiências uns com outros, também foi relatado por algumas cursitas que trabalham atividades do AAA- atividades de apoio a aprendizagem. Os cursitas elaborarão a produção de texto sugerida na oficina conscientizando os educadores a manter o pátio da escola sempre limpo.

Eu como coordenadora percebi que o trabalho foi muito proveitoso dos alunos gostaram, da oficina com um ponto negativo achei o tempo muito corrido um vez que poderíamos ter aprofundado mais, de modo geral os trabalhos Gestar prendem muita atenção dos professores cursitas e todos participam com interesse.

Esta oficina veio dos pontos de apoio para os professores, que preocupam em trabalhar com conteúdos significativos, que promovam a compreensão das idéias e não com  a reprodução de forma mecânica e destituída de significado para os educando. Relatório oficina 4 unidade 8  do Tp2.

No dia 8 de outubro reunimos na escola municipal Joana Ferreira de Barros  para realizarmos a oficina 4 unidade 8 do Tp2, compartilhando enriquecimentos de idéias uns com outros de acordo com os conteúdos estudados na unidades 8 e 7.

O tema arte nos demonstra que quando se fala em arte não e somente manipular papais e tintas pois através de letras de musica, leituras de imagens. A arte na escola e verdadeiramente um processo paz. Ninguém da conta de com viver sozinho com a arte, pois devemos mostra – lá para os estudantes, pois vivemos numa estrutura que alfabetiza mais cedo: e aquele que rouba a infância da criança uma vez que alfabetizar e conter.

Percebo que a arte permite quando e de boa qualidade- que o discente se apropriou seu significado segundo a sua perspectiva de ser cultural, isto e: interpretante. Uma possibilidade de construir um modo de olhar que requisite dos alunos um esforço interpretativo, ou seja, a construção de seu olhar, de visão de mundo.

Relatório da oficina 4 Unidade 8 do TP2

No dia oito de Outubro reunimos na Escola Municipal Joana Ferreira de Barros para realizarmos a oficina, compartilhando enriquecimento de idéias uns com os outros de acordo com os conteúdos estudados nas unidades 7 e 8.

O tema arte nos demonstra que quando fala-se em arte não é somente manipular papéis e tintas pois através de letras de músicas,  leituras, imagens. A arte na escola é verdadeiramente um processo de paz. Ninguém da conta de conviver sozinho com a arte pois devemos mostra-la para os estudantes, pois vivemos em uma estrutura que o bom docente é aquele que alfabetiza mais cedo: é aquele que rouba a infância da criança uma vez que alfabetizar é conter.

Percebo que a arte permite – quando é de boa qualidade- que o discente se aproprie seu significado segundo a sua perspectiva de ser cultural, isto é: interpretante. Uma possibilidade de construir um modo de olhar que requisite dos discente um esforço interpretativo ou seja, a construção do seu olhar, sua visão de mundo.

Relatório da oficina 5 unidades 10 do TP3

No dia 07/05, eu Ângela, coordenadora de língua portuguesa do Gestar 11, juntamente com a formadora Rosemary e professores cursistas: Silvana, Taciana, e Vera Lucia, reunimos ás 8:00 horas na escola municipal Joana Ferreira de Barros para a realização da oficina 5 unidades 10 do Tp3  com carga horária de 4:00 horas.

Durante a oficina, desempenhei bem o meu papel com coordenadora. No sentido de observar o trabalho dos demais, formadoras e cursistas, alem de emitir opiniões, digestões e reflexões sobre os temas propostas nesta oficina.

A formadora Rosemary iniciou a oficina com reflexões “caminheiro, não existe caminho, o caminho se faz caminhar.” Na seqüência, houve partilha de experiência das reflexões com papel do professor enquanto educador. Os cursitas destacaram um ponto importante, sobre a importância dos Gestar 11 na melhoria de nossas praticas pedagógicas. Eu intervir comentado que o professor tem um papel importante na sociedade, devindo sempre buscar a aprimorar seus conhecimentos e que o Gestar um desses caminhos. Cada um de nos constrói o conhecimento à medida que trabalha. (DAMASCENO citado por MARAGON 2001: 23)

Foi feita uma reflexão sobre as duas primeiras unidades da Tp3, enfatizando sobre gêneros textuais: do intuitivo ao sistematizado, trabalhar em sala de aula os temas abordados, os quais o aluno deve conhecer tais gêneros e sua função na sociedade. Houve ainda, a discussão sobre o avançamento na pratica pagina 25 da TP trabalhando, na sala de aula. Cada um relatou a experiência e o resultado obtido com seus alunos, onde pude perceber o quão valiosos Foi alunos participaram e descobriram novas informações que antes não conheciam. Por exemplo: em um gênero textual como biografia, eles coletaram informação como: data de nascimento, localização geografia, aspectos sociais e econômicos, a biografia trabalhada foi a de Carlos Drummond de Andrade.

Sobre a propostas de atividade da oficina 5 do Tp3 pagina 191, os professores formaram um equipe para elaborar um atividade para trabalhar com seus alunos na próxima semana, na qual foi a atividade de elaborar um receita de boa convivência destinada ao ambiente escolar, na qual Foi muito bem elaborada e apresentada pela a equipe.

Ao final da apresentação da atividade, todo o grupo avaliou a oficina, destacando sua importância e dando sugestões necessárias para que as próximas sejam mais enriquecedoras e proveitosas.

Todo o trabalho acerca dos gêneros textuais foi de grande valia, pois possibilitou aos professores inovar a pratica pedagógica, levando seus alunos a entender, buscar e descobrir informações antes desconhecidas.

Relatório da oficina 6 unidade 12 do Tp3

No dia 21/05, Ângela, coodernadora de língua portuguesa do gestar 11, reuni na escola Joana Ferreira de Barros com a formadora Rosemary e professores cursitas: Silvana, Taciana, e Vera Lucia, para a realização da oficina 6, do Tp3, unidade 12 com duração de 4:00 horas.

Como coordenadora do Gestar 11 de língua portuguesa pude perceber o empenho dos demais: formadora e cursitas na participação ativa e responsável por todos os trabalhos realizados nesta oficina.

Iniciou-se com uma reflexão das duas ultimas unidades do Tp3, enfatizando as diferenças entres gêneros textuais e tipos textuais e a forma de trabalhar-los em conjunto na sala de aula os temas propostas. Os professores elaboraram em grupo atividades relacionada às unidades finais do Tp3. Em seguida foi realizada discussão, reflexões e sugestões acerca dos relatórios elaborados pelos cursitas sobre os dois avançando na pratica da Tp3. Cada um após a leitura de seus relatórios expôs seus resultados obtidos, tanto positivos quanto negativos durante o desenvolvimento do seu trabalho com seus discentes.

Com essa troca de experiência, foi possível perceber o quanto ainda e necessário inovar. Atividades do avançamento na pratica pedagógica possibilitam e facilitam ver essa realidade.

De acordo com seus professores, alguns alunos demonstram dificuldades em reconhecer o tipo de texto para a atividade propostas, ao mesmo tempo em que outros obtiveram facilidade e compreensão, o que e bastante normal entre os discentes.

Para a realização desta oficina, foi feita uma leitura em conjunto dos itens abordados. O trabalho foi desenvolvido da seguinte maneira: o grupo analisou o texto “o salário mínimo” de Jô soares, chegando à conclusão que e uma crônica mostrando argumentos que os fizeram chegar a tal conclusão.

Na seqüência o mesmo texto foi analisando como exercício de redação escolar apresentando também argumentos.  Por outro ângulo enunciar o que não o classificaria com uma redação escolar.

Após estas análises, concluímos que apesar das dificuldades encontradas, as atividades propostas do avançado na pratica e a oficina, possibilitam e facilitam ao educador em trabalhar tipos textuais e inter-relação entre gêneros. E o retorno disso tudo e para o decente, que deve receber uma formação de qualidade. Portanto que o professor, realize um bom trabalho, e necessário que ele amplie seus conhecimentos. Segundo fazenda (2005), ”dialogo, comprometimento participação dos professores na construção de um projeto comum voltado para o ensino e o processo pedagógico visto com significado”. (apostila do 3° período de pedagogia FAEL, pagina 360.

Relatório oficina 7 unidade 14 do TP4

Aos quatro dias do mês de Junho reunimos na Escola Municipal Joana Ferreira de Barros para realizarmos a oficina 7 unidade 14 do TP4 , tendo como eixos os objetivos da escrita e as dificuldades em lidar com esse processo na sala de aula. Inicialmente a professora coordenadora Rosemary Ferreira de Souza Silva fez o comentário sobre o filme “ Narradores de Javé” o qual eu coordenadora, formadora e custistas assistimos. Todos se comoveram com o filme, pois a leitura e a escrita são práticas sociais, ações humanas mediadas pela linguagem, que se realiza em diferentes espaços sociais e circunstancias, os quais possuem características especificas. Em seguida a professora formadora convidou os seus cursistas a relatar suas experiências com o avançando na pratica.

As atividades do avançando na pratica veio para enriquecer o trabalho veio para enriquecer o trabalho dos educadores pos estas tem como finalidade criar um espaço para que os possa utilizar a leitura e escrita. São possibilidades e as necessidades de aprendizagem que orientarão o tipo de reflexão a ser feita com os diferentes aspectos em cada momento do processo de aprendizagem dos educandos.

Em seguida participou da atividade proposta com o poema cidadezinha qualquer de Carlos Drummond de Andrade. Encerramos o encontro através da oficina “Leitura e Escrita”.

Relatório da oficina 8 unidade 165 – TP4

Reunimos dia dezoito de junho para realizarmos a oficina 8 unidade 16, do TP4, tendo como o objetivo desenvolver uma seqüência de aulas utilizando elementos do processo de produção textual.

A professora formadora organizou uma discussão sobre o conteúdo das unidades 15 e 16, verificando as duvidas dos professores cursistas em relação ao conteúdo e sanando-as dando suporte ao enriquecimento de idéias para melhorarem suas praticas pedagógicas.

Os cursistas apresentaram seis depoimentos ao trabalhar o avançando na prática, os mesmos comentaram quanto ao fracasso e sucesso dos educandos. Em seguida a formadora pediu aos mesmos que redigissem um pequeno texto de propaganda e planejaram uma aula de acordo com o tema para trabalhar com os educandos. Os cursistas fizeram avaliação da oficina e a formadora forneceu orientações para o próximo encontro.

A oficina demonstrou para mim enquanto coordenadora que a leitura e a escrita são praticas sociais e ações humanas mediadas pela linguagem, que se realizam em diferentes espaços sociais e circunstanciais, os quais possuem características especificas e que as atividades não devem ser trabalhadas apenas com os conhecimentos gramaticais, mas com os discursivos notacionais e pragmáticos também.

Relatório da oficina 9 Unidade 18 do TPs.

Aos nove dias do mês de julho, reunimos no prédio da Escola Municipal Joana Ferreira de Barros para realizarmos a oficina 9 do TP5.

Formador e cursistas questionaram sobre coerência textual e estilísticas, enfatizando a importância das mesmas no estudo da língua.

Portanto o educador deve incentivar a expansão produtiva do educando, levando a movimentar as variantes e as modalidades lingüísticas desencadeando processos de contextualização dos recursos da linguagem. As atividades pedagógicas devem ser incentivadas como grande investimento de recursos teóricos e praticados sobre um novo olhar renovado e muito mais comprometido com a produção textual em sala de aula. A oficina nos ofereceu uma aprendizagem indispensável é um olhar critico sobre os conteúdos estudados, nossa participação dava-se por meio de debates, leituras, discussão, construção que também se incorporaram em mim enquanto coordenadora de forma bastante significativa.

Relatório da Oficina 10 unidade 20 TP5

Aos dias seis de agosto reunimos para realizarmos a oficina 10 da unidade 20 do TP5, fazendo a leitura do ampliando nossas referencias, argumentando os pontos mais relevantes do assunto tais como: coerência e coesão.

A coerência é o resultado da articulação de idéias de um texto. É a estruturação lógico-semântica que faz com que a interação verbal entre palavras e frases componham um todo significativo para os interlocutores.

Já coesão como próprio nome diz ( coeso significa ligado) é a propriedade que os elementos tem de estar interligados. De um fazer referência ao outro sentido de um depender da relação com o outro.

Aconteceu vários relatos de experiências do avançando na pratica por parte da formadora, coordenadora e cursistas. Os mesmos apontaram as atividades mais uma vez enriquecedoras em suas práticas pedagógicas.

Em seguida os educadores produziram um texto fazendo uso da linguagem multimodal, terminamos esta parte do encontro com a avaliação da oficina.

É neste momento que percebo como coordenadora do Gestar em meu município que é necessário que o educador compreenda e se enxergue como alguém que constrói e modifica a cada dia, tendo intenção ou não, seres humanos

Relatório da oficina 11 unidade 22 do TP6

Aos vinte e seis dias do mês de novembro 2009,eu,coordenadora do gestar em língua portuguesa reuniu na escola municipal Joana Ferreira de Barros com os demais professores,formador e cursistas para a realização da oficina 11,unidade 22,tp6,cuja reunião teve uma carga horária de 4:00horas,com o seguinte objetivo:identificar estratégias relacionadas ao planejamento e a revisão na escrita do textos.

Visto que nesta oficina,refletiu o avançando na pratica pedagógica,paginas 91,92 unidade 22,tp6 acerca da importância de planejar,se tratando da leitura e escrita de textos.podemos verificar que a atividade proposta e valiosa,usando a realidade social e cultural do aluno,uma vez que esta atividade propõe ao descente,relatar uma experiência marcante de sua vida,deixando-o livre para produzir mais e melhor.

Atividades assim,possibilitam reflexões da leitura e escrita pelos alunos,dando-os oportunidade de planejar,criar,escrever e revisar suas próprias criações.

Como coordenadora do gestar de língua portuguesa,me surpreendo a cada oficina realizada,percebo através dos relatos dos docentes,a satisfação em desenvolver as atividades com seus descentes e os resultados obtidos.

Vale ressaltar que a oficina possibilita ao professor incorporar novas metodologias a sua prática em sala de aula,despertando nos alunos  o gosto pelo estudo e conduzindo-os a uma aprendizagem realmente efetiva e significativa.

“Todas as atividades que se realizam no espaço escolar devem ter como referência,experiência significativas para os alunos em sua comunidade,estejam voltadas para um objetivo comum:atender ao aluno na sua busca de apropriação do conhecimento”.

(MILLET,2004,P.47)

Relatório: oficina 12 unidade 24 do Tp6

Aos quatros dias do mês de dezembro de 2009, reunimos para realizamos a oficina 12, unidade 24 do Tp6 que, na escola Joana ferreira de barros.

Primeiramente a professora formadora de língua portuguesa convidou as cursistas para discutir os assuntos referentes as unidades 23 e 24 do Tp6 que são: o processo de produção textual, revisão, edição Oe literatura para adolescentes.

Os professores curstas comentaram o avançando na pratica. De acordo com os relatos apresentados pelos os cursitas, alguns alunos demonstraram dificuldade na execução dos trabalhos propostos, ao mesmo tempo em que todos empenharam com entusiasmo e compromisso.

Portanto, se faz necessário, a troca de experiência a partir das oficinas, na qual, faz com que o educador se veja com agente transformador de sua pratica pedagógica, uma vez que a literatura e a escrita são fundamentais no processo escolar de qualquer individuo.

“… compreendemos que nosso problema não e apenas ensinar a ler e a escrever, mas também, e sobretudo, levar os indivíduos- criança e adultos a fazer uso da leitura e da escrita, envolver-se em praticas sociais de literatura e da escrita”(Soares 2003).

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